sexta-feira, 12 de abril de 2019

Amor distante

Não existe distância 
quando a pessoa mora
no coração da gente.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Verdadeiras amizades

Depois de algum tempo 
você aprende que verdadeiras 
amizades continuam a crescer 
mesmo a longas distâncias, 
e o que importa não é o 
que você tem na vida, 
mas quem você 
tem na vida.
Veronica Shoffstal

quinta-feira, 4 de abril de 2019

domingo, 5 de agosto de 2018

Coração amigo

Coração amigo

Coração amigo é aquele que 
te abriga em palavras
Que te acolhe nos braços
Com carinho e afagos

Coração amigo te desperta
Para a vida, te apoia, 
te consola, te anima
Te faz brilhar .

Coração amigo tem um 
jeito especial no olhar
Te faz suspirar, te arranca sorrisos.

Coração de amigo é assim
Não importa a distância
Está sempre presente
Nos tocando a alma.
Marcia Tonoli


quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Meu doce amor

Sem você meu doce amor
A vida não vale nada...
Minha mulher querida
Ès tudo na minha vida
Anjo de sedução
Alma gêmea de minha alma
Beleza rara e sincera
Flor da minha primavera
Fonte de inspiração
Quero viver contigo
Num leito só de alegrias
Ès a dona dos meus dias
Da alma e do coração
Se eu partir muito cedo
Te peço não tenhas medo
Não te deixarei ao léu
Te esperarei entre flores
Poema de meus amores
Na claridade do céu...
Alma gêmea de minha alma...
Podem passar mil anos
Ou toda a eternidade
Mas a única verdade..
É que serei sempre teu...
Chico Xavier


quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Aqui eu te amo

Aqui eu te amo

Nos escuros pinheiros se desenlaça o vento.
Fosforesce a lua sobre as águas errantes.
Andam dias iguais a perseguir-se.

Define-se a névoa em dançantes figuras.
Uma gaivota de prata se desprende do ocaso.
Às vezes uma vela. Altas, altas, estrelas.

Ou a cruz negra de um barco.
Só.
Às vezes amanheço, e minha alma está úmida.
Soa, ressoa o mar distante.
Isto é um porto.
Aqui eu te amo.

Aqui eu te amo e em vão te oculta o horizonte.
Estou a amar-te ainda entre estas frias coisas.
Às vezes vão meus beijos nesses barcos solenes,
que correm pelo mar rumo a onde não chegam.

Já me creio esquecido como estas velha âncoras.
São mais tristes os portos ao atracar da tarde.
Cansa-se minha vida inutilmente faminta..
Eu amo o que não tenho. E tu estás tão distante.

Meu tédio mede forças com os lentos crepúsculos.
Mas a noite enche e começa a cantar-me.
A lua faz girar sua arruela de sonho.

Olham-me com teus olhos as estrelas maiores.
E como eu te amo, os pinheiros no vento,
querem cantar o teu nome, com suas folhas de cobre.
Pablo Neruda


segunda-feira, 30 de julho de 2018